Grupo 2001

Contate-nos

55 3322 0055

Facebook  Instagram
Pesquisa de veículos
 
2001 Multimarcas

Saiba quanto custam as baterias de carros elétricos e quem recicla

Publicada em 11/02/2020

Estamos no início do mercado de carros híbridos e elétricos no Brasil mas as regulamentações já estão acontecendo e há uma parcela de consumidores que se interessam pelos modelos disponíveis no país. Junto com a condução autônoma e o compartilhamento, esse tipo de automóvel é o incontestável futuro para os fabricantes de automóveis. Porém, da mesma forma que existem potenciais consumidores há também quem não queria nem ouvir falar sobre o tema mesmo que desconheça o funcionamento e os custos reais.

Muito se fala na cavalaria dos modelos elétricos e o que pode fazer diferença para mais ou menos em termos de performance e também de alcance, é a densidade em kWh e isso não está relacionado com o motor elétrico a bordo, mas com o pacote de baterias que o carro transporta. O custo altíssimo desses veículos se dá principalmente pelas baterias e por isso seu tratamento é diferenciado por parte dos fabricantes. Ao passo que a garantia do carro em si pode variar de dois a cinco anos (nos casos mais comuns no mercado nacional e global), a garantia para baterias pode chegar a dez anos.

Agora, o que fazer após esse tempo é a dúvida de muitos: é melhor trocar de carro? Ou seria mais viável trocar a bateria e seguir usando o veículo?

Mesmo globalmente, ainda não há respostas certas ou erradas para essa questão. Mas existem algumas variáveis tais como a escassez de matéria-prima para baterias (como o cobalto, que é a base para as baterias de íons de lítio). Há também o fato de que mesmo depois do tempo de garantia, fabricantes como Nissan e Toyota afirmam que as baterias não ficam inutilizadas.

Confira abaixo as informações de modelos encontrados no nosso mercado:

 

 

 

 

Como visto, quase acaba valendo a pena trocar o carro inteiro e não somente a bateria caso algo dê errado e a garantia não cubra. Mas é importante lembrar que em teoria, a tecnologia de sistemas elétricos desses automóveis são quase livres de manutenção e falhas. Isso reduz o risco de troca de uma bateria fora de garantia no meio da vida útil do conjunto.

Agora se tratando de reciclagem, o que precisamos pensar é no que fazer com células e conjuntos descartados após a vida útil.  As baterias dos carros elétricos, não são tratados no país: todas são exportadas para reciclagem. O motivo é que o Brasil não produz esse tipo de bateria em larga escala e quem na verdade lidera a concentração dessa produção é a Ásia. Assim, sendo o processo de reciclagem a separação de metais e outros componentes para serem reutilizados em novas baterias, fica muito mais viável e barato mandar essas baterias para fora do país, de volta a sua origem.

A Umicore é uma empresa belga que tem filial no Brasil. Ela coleta baterias de celulares e laptops e pretende receber baterias de carros híbridos e elétricos para fazer a reciclagem na Bélgica. Lá, as baterias são desernegizadas, desmontadas e depois processadas para extração de metais como cobalto, utilizado em unidades de íons de lítio. Atualmente a Umicore tem contrato com a Toyota e Ford o que pode fortalecer nos próximos anos o crescimento do Brasil nessa área e quem sabe, baratear os custos para reciclagem de baterias de carros elétricos.

Gostou desse conteúdo? Compartilhe nas suas mídias sociais.

Até a próxima!

 
Novidades
Site produzido pela Netface
Atendimento via WhatsApp